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    vanlerço perea

    / 12 de dezembro de 2018

    arrematei um imóvel no leilão em 31/082018 saiu a carta de arrematação a qual foi devidamente registrada no cri local.
    vendi algumas unidades, pois, é um imóvel de 1200 m dividido de forma informal em 8 lotes.
    na sentença que o juiz deu em 14/09/2018 reconheceu o direito de uma penhora averbada, mandou separar parte do valor do leilão para indenizar.
    posteriormente já em finais de outubro 2018 uma outra penhora pleiteou o seu direito, o juiz mandou para a procuradoria avaliar esse direito, a procuradoria manifestou no sentido de não ter mais interesse na arrematação pois, alem desse pretendente havia também uma outra que não havia peticionado e em face disso pediu a anulação da arrematação. O juiz atendendo esse pleito mandou anular a arrematação e devolver o dinheiro para o arrematante. Verifiquei que a ultima penhora fora cancdelada sobrando portanto um valor razoavel para o exequenteFundo nacional da educação.
    no mesmo processo onde ja dera a primeira sentença poderia agora dar outro ou deveria ser em grau de recurso.
    O procurador poderia abrir mao dos valores que ainda estao no processo.