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    Tiago moreira

    / 8 de setembro de 2020

    Em MG, um imóvel foi a leilão extrajudicial, em agosto de 2020, porque a caixa o retomou por inadimplência. A ex mutuária deixou de pagar as parcelas e entrou na justiça cobrando a quitação do saldo devedor pelo seguro do financiamento, pois a ex-mutuária tem uma doença grave (e foi aposentada por isso). Ocorre que a doença é pretérita ao financiamento, inclusive a aposentadoria por invalidez ocorreu por essa razão. A caixa alega que a ex mutuária tampouco informou ao seguro do financiamento tal situação de saúde e que o fato é anterior ao financiamento. A renda mensal da ex mutuária é de 16 mil brutos). Ela mora na casa desde 2009, mas o bem foi retomado pela caixa desde 2011. Agora ela quer invalidar o leilão extrajudicial, alegando:

    a) preço viu do leilão (imóvel arrematado por 280 mil, mas na época do leilão constava avaliação de mercado de 730 mil)
    b) os débitos de condomínio era de responsanbilidade do arrematante (cerca de 40 mil)
    c) arrematante pagou ainda 5% ao leiloeiro
    b) alegando que não foi notificada (mas ela própria mandou email para o setor da caixa perguntando se o imóvel estava em leilão)

    Quem arrematou ganha menos do que a ex-mutuária e tem dois filhos na primeira infância, sendo um recém nascido (ou seja, são vulneráveis). Não dispõem de imóvel próprio e paga aluguel.

    Pergunto:

    quais são as chances dessa ex-mutuária ganhar essa lide na justiça a partir destas informações?

    Muito obrigado por manter esse site extremamente útil.