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    Silvana

    / 30 de setembro de 2019

    Olá,
    Efetuei uma arrematação e após a arrematação foi verificado fraude à execução. O bem pertencia a um sócio que não fazia parte da execução ( no momento da penhora ele até entrou com embargos de terceiros mas o juiz manteve a penhora do imóvel resguardando o direito de preferência) e ao executado. Mesmo assim os dois se juntaram e venderam o imóvel para um terceiro e hoje o registro do imóvel está de terceiros. Minha dúvida: 1. O coproprietário ainda possui direito de preferência mesmo tendo cometido a fraude? 2. Quem ficará com os 50% do valor da arrematação será o sócio ou o terceiro que, segundo certidão de inteiro teor é o atual proprietário?