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    Rosemary

    / 12 de fevereiro de 2019

    Boa noite!
    Compramos um imóvel financiado pela CEF há 4 anos. Mas , devido a crise que ocorreu em nosso país, meu esposo que trabalhava em uma multinacional ficou desempregado por um ano. Conseguiu um novo emprego, mas com um salário inferior ao de antes. Por isso o valor da prestação ficou pesada no nosso orçamento e ficamos com muitas dívidas acumuladas. Fomos aconselhados a entrar com processo para pedir uma revisão no contrato afim de reduzir o valor da prestação. Assim o fizemos . A caixa foi entimada para um audiência, mas não aceitou. Nesse tempo atrasamos 5 prestações e o contrato foi para execução. Tentamos pagar 2 e nos propomos continuar a pagar mas, o gerente informou que só em juízo. A advogada entrou com o pedido para fazer um depósito em juízo, mas até hoje a juíza não deu o parecer da réplica da advogada. Enfim , o contrato foi consolidado em setembro, e fomos notificados nessa semana que o imóvel vai à leilão no dia 11/02 . A advogada ficou de entrar com ação anulatória do leilão, pois jamais desejamos deixar de pagar as prestações e nos propomos continuar mesmo com o valor abusivo que pagamos e não queremos de forma alguma perder nosso imóvel, na qual lutamos tanto para adquiri-lo e gastamos com benfeitorias. Gostaria de saber se caso ela tenha procurado o juiz, hoje ( 08/02) ,ainda há tempo de ser anulado o leilão? Estamos pensando em repassar o processo para outro advogado conhecido da família. Isso é permitido? Poderemos ter nosso contrato de volta? Espero obter em breve suas orientações e que sejam de esperança de vitória. Desde já agradeço!